
Por André Amorim
A capital pernambucana, Recife, é conhecida como a ‘Veneza Brasileira’ por conta da sua semelhança com a cidade italiana de mesmo nome. Os rios e pontes que cortam a os bairros da cidade formam uma paisagem digna de um cartão postal. Entre os rios que compõem esse cenário, está o Capibaribe, que, como diz seu nome em tupi-guarani, já foi um “rio das capivaras”, mas vem enfrentando problemas como a poluição e, consequentemente, a degradação do ambiente.
Com cerca de 240 km de extensão, o Capibaribe, cuja nascente está situada no município de Poções, corta 42 municípios pernambucanos, e é um rio inteiramente pernambucano. Segundo a Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas (Condepe/Fidem), sua bacia hidrográfica ocupa uma área de mais de 7 mil quilômetros quadrados, o que equivale a quase 8% da área do estado. O rio que no passado foi importante para o desenvolvimento socioeconômico e histórico de Pernambuco, hoje, enfrenta problemas sérios para continuar a viver.
Em Recife, a expansão imobiliária desordenada destrói grandes áreas de manguezais e lança diariamente uma grande quantidade de dejetos em suas águas. No interior, as fábricas e matadouros clandestinos jogam no rio todo o tipo de material que não necessitam. As lavanderias e tinturarias industriais de Santa Cruz do Capibaribe e Toritama, cidades do agreste do estado, jogam no rio uma grande quantidade de resíduos químicos utilizados no processo de produção do jeans.
Sabendo do problema enfrentado por causa desses desrespeitos, a Secretaria Estadual de Recursos Hídricos (SRH) em parceria com a Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Pernambuco (CPRH) realizam um trabalho de monitoramento da qualidade da água nos principais rios e reservatórios do estado. Uma pesquisa realizada em 2008, e com resultados no site do CPRH, mostra que a situação da qualidade do Capibaribe não está numa boa situação.
Além das medidas tomadas pela iniciativa estatal, grupos e organizações não governamentais também tentam salvar o rio. O Movimento para Revitalização do Rio Capibaribe (Recapibaribe), criado há 15 anos pelo casal André e Socorro Cantanhede, vem alertando para a deteriorização e o sucateamento das margens do rio. Através de palestras, shows, seminários, reuniões técnicas e ações coordenadas em conjunto com o poder público, o Recapibaribe tenta conscientizar as pessoas e reestruturar a vida no Capibaribe. Outras informações no site do projeto.
Com cerca de 240 km de extensão, o Capibaribe, cuja nascente está situada no município de Poções, corta 42 municípios pernambucanos, e é um rio inteiramente pernambucano. Segundo a Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas (Condepe/Fidem), sua bacia hidrográfica ocupa uma área de mais de 7 mil quilômetros quadrados, o que equivale a quase 8% da área do estado. O rio que no passado foi importante para o desenvolvimento socioeconômico e histórico de Pernambuco, hoje, enfrenta problemas sérios para continuar a viver.
Em Recife, a expansão imobiliária desordenada destrói grandes áreas de manguezais e lança diariamente uma grande quantidade de dejetos em suas águas. No interior, as fábricas e matadouros clandestinos jogam no rio todo o tipo de material que não necessitam. As lavanderias e tinturarias industriais de Santa Cruz do Capibaribe e Toritama, cidades do agreste do estado, jogam no rio uma grande quantidade de resíduos químicos utilizados no processo de produção do jeans.
Sabendo do problema enfrentado por causa desses desrespeitos, a Secretaria Estadual de Recursos Hídricos (SRH) em parceria com a Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Pernambuco (CPRH) realizam um trabalho de monitoramento da qualidade da água nos principais rios e reservatórios do estado. Uma pesquisa realizada em 2008, e com resultados no site do CPRH, mostra que a situação da qualidade do Capibaribe não está numa boa situação.
Além das medidas tomadas pela iniciativa estatal, grupos e organizações não governamentais também tentam salvar o rio. O Movimento para Revitalização do Rio Capibaribe (Recapibaribe), criado há 15 anos pelo casal André e Socorro Cantanhede, vem alertando para a deteriorização e o sucateamento das margens do rio. Através de palestras, shows, seminários, reuniões técnicas e ações coordenadas em conjunto com o poder público, o Recapibaribe tenta conscientizar as pessoas e reestruturar a vida no Capibaribe. Outras informações no site do projeto.

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