Por Annyela Rocha
Durante toda a vida, para a maioria dos mortais, compramos, cozinhamos e comemos um elemento presente em tantas refeições: a carne. Seja de boi, frango, peixe, porco, bode, pato ou até de jacaré, ela está lá. Entre essa maioria surgem os vegetarianos, alguns mais radicais do que outros, mas todos sempre conscientizados dos benefícios deste tipo de dieta, seja para si mesmo ou para o equilíbrio ecológico.
Durante toda a vida, para a maioria dos mortais, compramos, cozinhamos e comemos um elemento presente em tantas refeições: a carne. Seja de boi, frango, peixe, porco, bode, pato ou até de jacaré, ela está lá. Entre essa maioria surgem os vegetarianos, alguns mais radicais do que outros, mas todos sempre conscientizados dos benefícios deste tipo de dieta, seja para si mesmo ou para o equilíbrio ecológico.
Há quem simpatize com a forma de vida, como o ator Diogo Marcos, mas prefere continuar sendo um “carnívoro”. Ele tenta moderar o consumo de carne, principalmente depois de ter visto alguns vídeos mostrados por uma amiga. “Entendo a ideia e acho muito válido. Os animais sentem dor e eles não merecem essa exploração”, conta Diogo.
A estudante de biologia Juliana Ribeiro é vegetariana há pouco mais de seis anos. Para ela, comer carne é uma hipocrisia. “Eu não tenho coragem de matar nenhum ser vivo, então por que eu vou comer um animal morto?” Juliana também atribui ao vegetarianismo o amadurecimento pessoal, pois parou de beber, fumar e se tornou mais organizada. Ainda assim, não acredita que isso se aplica a todos os vegetarianos, pois “a dieta é muito restritiva”.
No entanto, apenas deixar de comer carne nem sempre é o suficiente existindo, assim, diversas correntes vegetarianas. A macrobiótica divide os alimentos entre as energias yin e yang, equilibrando-as nas refeições. No frugivorismo, é permitido comer apenas frutas, nozes e certos legumes, pois há a preocupação de não matar as plantas. A corrente mais radical é provavelmente a vegan, pois ela é ainda mais ideológica. Além de não ingerir nada de origem animal, os adeptos devem evitar produtos como lã, gelatina e cosméticos testados em animais. Juliana Ribeiro quer se tornar uma vegan e já deixou de ser uma consumidora de queijo, ovo e mel, mas diz não conseguir ainda “entender muito bem o veganismo”.
Mesmo conhecendo as vantagens de ser um vegetariano, o estudante da Universidade Federal de Pernambuco, Lucas Andrade, cansou de resistir e abandonou a dieta. “Passei um ano e meio sem comer nenhum tipo de carne. Foi muito bom, gostei e até emagreci.” Lucas não conhecia, na época, os restaurantes vegetarianos da cidade. “Era muito difícil para mim, porque não havia opções quando eu saía de casa”, ele afirma.
Independente de qual seja a corrente escolhida, ser vegetariano traz benefícios físicos e também mentais. Além de ingerir alimentos mais saudáveis, existe a sensação de que se está fazendo algo de bom para o meio ambiente. “Eu não pensava ‘vou mudar o mundo’, mas sabia que estava fazendo a minha parte e ficava tranquilo”, concorda Lucas.

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ResponderExcluirAdorei a lembrança real. O príncipe Charles desenvolve projetos ambientais na amazônia desde o começo da década de 90, ainda, em parceria com a princesa Daiana. Nessa época, a Inglaterra, além de disponibilizar um cruzeiro real para a alteza, dispunha de um orçamento milionário para preservação ambiental.
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